Houve quem estranhasse eu ter respondido a este desafio. Primeiro porque sabem que sou naturalmente preguiçoso e o desafio tinha / tem 26 perguntas. Mas com copy /paste a coisa fica mais ligeira. Depois, porque o último desafio que me foi endereçado deu tal confusão que parecia que o céu desabou em cima de algumas cabeças, incluindo a minha.
Em terceiro lugar, e não menos importante, bem pelo contrário: A origem deste desafio.
Esta corrente teve origem no blog Sair das Palavras, do Daniel Silva. Ora quem nos segue amiúde sabe de todas as divergências que no passado recente tivemos, principalmente em torno de questões religiosas. Sempre me assumi como agnóstico (não é bem a mesma coisa que ateu), mas isso nem vem ao caso. O caso é que eu e o Daniel Silva colidimos de frente, por certo em defesa daquilo que cada um considera ser o âmago das suas convicções. Quando assim é, as posições extremam-se e nem a discussão sobe de nível nem o interesse aumenta.
Seja como for, são histórias passadas e não interessa aqui analisar as mesmas, apenas recordar o contexto. E seja qual for o contexto, há alguns esclarecimentos que quero dar, não porque me sinta obrigado ou porque me tenham obrigado a tal, mas sim porque quero que saibam de alguns factos relevantes.
Assim, a iniciativa deste desafio partiu do Daniel Silva, pessoa com que, assumo, não tenho relações. Tal não implica que as suas iniciativas não sejam revestidas de mérito.
Segundo, as discussões que tive com o Daniel só a mim dizem respeito e interpreto-as de forma particular. Entendo que cada um que teve experiências similares com ele, e admito serem já alguns (mas comigo também já são alguns...) deve interpretar as coisas à sua própria maneira, e já vi bloggers próximos do Cirrus Minor rejeitarem o desafio nessa base, o que é perfeitamente compreensível.
Terceiro, pelo facto de termos discordado veementemente sobre variadas questões essencialmente religiosas, de forma pouco agradável e mesmo insultuosa, não implica que não reconheça o valor de iniciativas vindas do Daniel e mais, não implica que lhe queira qualquer mal, quer em termos blogosféricos, quer em termos reais. O que passou, passou e daí temos de tirar ilações para o futuro, e cada um é como é. E se o Daniel for feliz em tudo o que faz, não tenho porque me sentir mal com isso, antes pelo contrário.
Quarto e finalmente: entendi que o desafio tem muitas perguntas pertinentes e gostei de lhes dar resposta. Reconheço o valor das mesmas, independentemente da origem, e quis apenas que alguns de vocês tivessem a mesma experiência. O meu desejo não é mandatório nem sequer deve ser encarado como influência. Responde quem quer e quem não quer não responde, e terá as suas razões para fazer uma ou outra coisa, e já aceitei algumas delas de coração aberto, sem pretensões de superioridade moral.
Muito obrigado pela vossa imensa pachorra, a emissão segue dentro de escassos momentos.
Em terceiro lugar, e não menos importante, bem pelo contrário: A origem deste desafio.
Esta corrente teve origem no blog Sair das Palavras, do Daniel Silva. Ora quem nos segue amiúde sabe de todas as divergências que no passado recente tivemos, principalmente em torno de questões religiosas. Sempre me assumi como agnóstico (não é bem a mesma coisa que ateu), mas isso nem vem ao caso. O caso é que eu e o Daniel Silva colidimos de frente, por certo em defesa daquilo que cada um considera ser o âmago das suas convicções. Quando assim é, as posições extremam-se e nem a discussão sobe de nível nem o interesse aumenta.
Seja como for, são histórias passadas e não interessa aqui analisar as mesmas, apenas recordar o contexto. E seja qual for o contexto, há alguns esclarecimentos que quero dar, não porque me sinta obrigado ou porque me tenham obrigado a tal, mas sim porque quero que saibam de alguns factos relevantes.
Assim, a iniciativa deste desafio partiu do Daniel Silva, pessoa com que, assumo, não tenho relações. Tal não implica que as suas iniciativas não sejam revestidas de mérito.
Segundo, as discussões que tive com o Daniel só a mim dizem respeito e interpreto-as de forma particular. Entendo que cada um que teve experiências similares com ele, e admito serem já alguns (mas comigo também já são alguns...) deve interpretar as coisas à sua própria maneira, e já vi bloggers próximos do Cirrus Minor rejeitarem o desafio nessa base, o que é perfeitamente compreensível.
Terceiro, pelo facto de termos discordado veementemente sobre variadas questões essencialmente religiosas, de forma pouco agradável e mesmo insultuosa, não implica que não reconheça o valor de iniciativas vindas do Daniel e mais, não implica que lhe queira qualquer mal, quer em termos blogosféricos, quer em termos reais. O que passou, passou e daí temos de tirar ilações para o futuro, e cada um é como é. E se o Daniel for feliz em tudo o que faz, não tenho porque me sentir mal com isso, antes pelo contrário.
Quarto e finalmente: entendi que o desafio tem muitas perguntas pertinentes e gostei de lhes dar resposta. Reconheço o valor das mesmas, independentemente da origem, e quis apenas que alguns de vocês tivessem a mesma experiência. O meu desejo não é mandatório nem sequer deve ser encarado como influência. Responde quem quer e quem não quer não responde, e terá as suas razões para fazer uma ou outra coisa, e já aceitei algumas delas de coração aberto, sem pretensões de superioridade moral.
Muito obrigado pela vossa imensa pachorra, a emissão segue dentro de escassos momentos.











