domingo, 29 de agosto de 2010

EXPULSÃO

Já sei que o Júlio César foi expulso e o Roberto defendeu o penalti. Oxalá se tenha recomposto. Mas este post é sobre a expulsão de ciganos da França. Lamento desapontar.
E este é um problema com repercussões bem mais graves que o do Roberto. Digo eu, que percebo pouco destas coisas. Não vou contar o que está a ser feito, isso já toda a gente sabe. Vou dar uma opinião e tentar fundamentá-la, não apenas sobre o facto em si, mas também sobre as condições que o rodeiam.
O problema não é novo e não tem solução fácil. Se, por um lado, os ciganos búlgaros e romenos são cidadãos europeus, aos quais se garante a liberdade de movimento dentro do espaço Schengen, por outro, há que tentar verificar o que de facto estão estas pessoas a fazer no solo francês. Ou seja, se trabalham, se contribuem para a economia. Parte-se do princípio de que não, até porque, obviamente, são ciganos, e os ciganos, na opinião pressuposta dos restantes cidadãos, não contribuem com nada para a sociedade. Ora, a verdade é que se sabe que estas pessoas viviam em condições difíceis, em acampamentos ou bairros de lata. Não se sabe se trabalhavam ou procuravam trabalho ou não. Como há exemplos de comunidades ciganas que não o fazem, parte-se do princípio que não o faziam e está o caso resolvido. Outra das "informações" veiculadas por muita gente com muitos pressupostos e poucos factos é que estariam a receber verbas do estado francês, o que, afinal, não era verdade. Só o foi quando foram expulsos.
Caso resolvido? Mas qual caso? O caso Sarkozy, o caso eleições francesas. Notoriamente, a França tem uma população das mais xenófobas da Europa, e 65% dessa população veria com bons olhos uma expulsão de ciganos. Mas não só. No caso francês, em que distúrbios raciais se têm vindo a multiplicar, é crucial para o presidente Sarkozy demonstrar que tem a segurança controlada. Nas eleições, em países multirraciais, a opção pela segurança por parte dos políticos é sempre a mais fácil, particularmente políticos demagógicos e pouco competentes, como é o caso de Sarkozy. Não que seja o único, e que a questão da segurança não seja efectivamente importante, como alguns "iluminados" da esquerda portuguesa preconizam. No reverso da medalha, temos as nulidades demagógicas de direita a reclamar estado policial. Nem oito nem oitenta, diria eu.
Depois há as reacções. E algumas são humorísticas, e provocam respostas também elas humorísticas. Pelo menos parecem, mas não são. Na verdade, não são. A reacção da ONU foi a esperada: está mal e tal, mas vejam lá se param, que a gente não faz nada na mesma, o que aliás, estamos já habituados a fazer. Daqui nada de novo, até porque a ONU está longe de saber qual a realidade social francesa e por isso não quer envolver-se num caso doméstico à França e Europa. Mas a UE optou por caminho similar. Depois o Vaticano, que compara a expulsão dos ciganos ao Holocausto da 2ªGuerra Mundial. Um exagero óbvio, senão mesmo uma expressão totalmente descabida. A resposta dos israelitas não se fez esperar e fizeram notar ao Vaticano que a expressão é totalmente descabida de facto. Na minha opinião, é de facto. Mas há dois factos que têm de se entender e que muitos esquecem facilmente. Primeiro, qualquer acção xenófoba é encarada pela Igreja como um novo Holocausto. Depois as coisas serenam e o novo holocausto passa, e as pessoas ficam com a sensação que o verdadeiro Holocausto não foi assim tão mau. Porque estaria, então, a Igreja interessada no branqueamento do Holocausto? Porque, obviamente, foi parte integrante e executante do mesmo, no tempo do agora beatificado Papa Pio XII, que patrocinou activamente o Holocausto dos balcãs, em que centenas de milhar de sérvios foram chacinados por croatas e bósnios, com a ajuda de alemães, alemães que obtiveram a sua fuga através dos corredores do Vaticano após a queda de Berlim, às mãos do Exército Vermelho. Portanto, tudo o que diminua o horror do Holocausto é bom para o Vaticano e para a canonização de um dos maiores genocidas da História Moderna, Pio XII. 
Ao contrário, os israelitas não admitem que algo possa ser comparado com o seu Holocausto. E, na verdade, e até agora, nada pode ser comparado ao Holocausto, a não ser talvez o genocídio do Ruanda. Esta é a realidade. E é uma realidade tristemente conveniente, nos dias de hoje, em que os israelitas aplicam políticas muito semelhantes às de Hitler em Varsóvia, por exemplo. Por isso podemos esperar sempre reacções extremadas por parte de israelitas quando se põe em causa o seu imenso sofrimento, e com isso, e por arrastamento, se pode pôr a nu o sofrimento que agora infligem a outros. No fundo, é simples.
Voltando aos ciganos, é premente resolver o problema. E ao escrevermos "problema", estamos já a assumir que a presença destas pessoas seja um problema, o que não deixa de ser ironicamente xenófobo. Para além disso, na qualidade de cidadãos europeus aos quais foram restringidos movimentos dentro do espaço europeu, corre-se o risco de contradizer o fundamento mais básico da Europa moderna, o da livre circulação de bens e pessoas. Ao mesmo tempo, convém não esquecer que o rodopio de subsídios e programas sociais europeus, particularmente nos países do sul, fez criar a ideia de se poder viver sem trabalhar, à custa do estado, ideia que mais se agudiza em sociedades xenófobas, em que as oportunidades de emprego não são obviamente igualmente acessíveis às diferentes etnias. É um equilíbrio precário, em que o preconceito da maioria tem, obviamente, mais peso.
Convém não esquecer, contudo, que todas as operações de extermínio começaram, historicamente, de forma parecida com a que Sarkozy agora adoptou. Não que resulte no mesmo, e esperemos que não. Para já, nada foi excessivamente grave. As pessoas em causa regressaram a casa e pouco mais se sabe. Ninguém morreu. Mas no início, nenhum Azteca morreu às mãos de Cortez, nenhum índio morreu às mãos de colonos do Oeste, nenhum judeu morreu às mãos de Hitler ou nenhum tibetano morreu às mãos de Mao. Foram todos convidados, gentilmente, a deslocarem-se ou a aceitarem a invasão. Depois as coisas deterioraram-se. Este não parece ser o caso, mas é o único ponto em que a Igreja parece ter algum contacto com a realidade.
Soluções? A expulsão? É a mais fácil, obviamente. E se estas pessoas devem ser integradas no espaço europeu, bem podem ser integradas no seu país de origem, e aí concordo que seja esse país a ser onerado com os custos dessa integração. Contudo, não esquecer o essencial: há etnias que não só não contribuem em nada para com a economia europeia como a prejudicam de forma irreversível, como é o caso dos chineses, que estão a destruir paulatinamente toda a economia ocidental, e nada lhes acontece. Por isso, expulsar os mais fracos, independentemente de ser legal ou não, demonstra apenas demagogia e uma atroz falta de vontade de lutar contra as reais causas da crise europeia. Pode-se a árvore, não se corte a raiz, e no ano seguinte ela crescerá novamente.
Outra coisa que não devemos esquecer é que a França, após a 2ªGuerra Mundial, abriu os braços a todo o tipo de emigração, para a reconstrução. Não interessava se eram emigrantes legais ou não, interessava que fossem mão-de-obra barata. Obviamente, o país (e não só a França) já não precisa de emigrantes, antes pelo contrário. Aqueles que eram tolerados por serem necessários, hoje são vistos como corpos estranhos à sociedade francesa. E apenas em dois sítios são considerados iguais: na selecção francesa, que está recheada de emigrantes de segunda geração, e no Eliseu, onde mora um presidente, ele próprio filho de emigrante ilegal. Há ironias do catano.
Tudo para concluir: há pessoas interessadas em fazer dos ciganos exemplo para ganhar votos, e do outro lado, há pessoas interessadas em fazer dos ciganos exemplo para fazer que quem quer ganhar votos na realidade os perca. E, pelo menos para já, é a tal tempestade num copo sem água. Trovoada seca. Oxalá não venha a chover em consequência dos joguinhos da direita demagógica e populista e da extrema esquerda pseudo-humanista.

Foto JN

50 comentários:

  1. Sobre este assunto, conheces a minha opinião.
    Não sou contra o Estado repatriar estrangeiros que em nada contribuem para a Economia desse mesmo Estado, que não trabalham e são apenas mais um fardo para o mesmo, quer em termos económicos quer em termos sociais.
    Se não trabalham como se sustentam?

    Quanto à medida ser eleitoralista, não o nego. O mais certo é que seja isso mesmo.

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  2. Um Português Feliz29/08/10, 20:18

    Uma tema sempre actual que suscita controvérsia.

    Os ciganos preocupam-se com o futuro dos seus filhos?
    Preocupam-se e muito e a prova é que não há notícia da segurança social portuguesa encontrar motivos para os retirar aos seus progenitores, e internar nos lares públicos, por eles serem vítimas de maus-tratos. Eles tratam os filhos exemplarmente.

    A raça preta também se preocupa muitos com o futuro da sua geração. Por isso também têm muitos filhos. O seu futuro está assegurado, mesmo que, alguns, não tratem os seus filhos como deviam.

    A raça branca também se preocupa com o futuro dos seus filhos, mas por outros motivos e razões, por isso só têm um ou dois em média por casal. Por isso o futuro dos portugueses está traçado. São cada vez menos, mas cada vez mais ricos. Por isso estamos “condenados” a viver em perfeita harmonia para podermos sobreviver com duas etnias que são o futuro de Portugal.

    O futuro já esta traçado. Portugal daqui por uns anos vai continuar a ser um País maravilhoso para se viver e trabalhar, tentando sempre ajudar com toda a nossa solidariedade e disponibilidade que nos é possível oferecer para que todos os que nos estão mais próximos sejam nos próximos anos uma maioria forte e coesa.

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  3. Olha que se se fizesse por cá um questionário (por voto secreto claro que olhos nos olhos muito poucos são sinceros) ias ver que os 65% seriam facilmente ultrapassados.

    E sobre este assunto estou com a Pronúncia. Seja quem for. Se resultou da imigração para ajudar na construção/evolução do país, apure-se (só se for para rir, não é?) responsáveis por tal.

    Quanto à questão da Segurança Social, enfim, daria pano para mangas. Há muitos olhos que se tapam e muitos assobios para o ar...

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  4. Pronúncia, bem sei qual a tua opinião. Ao que sei, estes imigrantes não custaram absolutamente nada ao estado francês, pois não recebiam qualquer verba do mesmo. Falou-se muito, mas também ninguém me conseguiu dizer se trabalhavam ou não. Ou seja, são dois argumentos muito válidos, mas serão válidos neste caso?

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  5. Português Feliz, que seja muito feliz. Não sei é se a sua análise merece resposta.
    Apareça sempre

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  6. Noya, e se, ao invés de os expulsar, expulsássemos os chineses? Terias a mesma opinião?
    Então, vamos lá a ver se entendo, os emigrantes são bem vindos enquanto são estritamente necessários, correcto?

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  7. Cirrus, já estava à espera deste tema e vou pegar nele de outra forma: Dinamarca. Considerado um dos melhores países para se viver. O que terá a Dinamarca de tão diferente dos restantes países europeus que se consegue manter tão bem economica e socialmente? Eu respondo: a política de imigração. Os dinamarqueses recebem toda a gente não têm complexos étnicos e proporcinam condições de vida extraordinárias MAS não levam com qualquer um de qualquer aneira por um motivo siples: respeitam-se muito e sabem que numa casa demasiado cheia começa a faltar o pão. Ora se quem imigra não tem nada para dar ao país porque há-de ter o país algo para dar ao indivíduo? Não lhe deve nada!!! Tem de o sustentar só porque ele existe? Essa mentalidade é para países novo-ricos que acendem charutos com notas para mostrar para fora que têm e que têm tanto que até ajudam os mais pobres... mas não têm. Portugal não tem. A França não tem. Itália não tem. E para mim sim é melhor que se comece a pedir a quem veio de fora para sair para que os que cá estão não tenham de o fazer, para que os que cá estão com a falta de trabalho possam trabalhar. Para que a Segurança social não seja um alívio a esses países que estão na comunidade mas em condições precárias e que vão recebendo subsídios atrás de subsídios mas com os seus habitantes a terem de partir constantemente. Para mim este síndrome de porreirismo multicultural não funciona. Acho que existe uma certa responsabilidade por exemplo com as ex-colónias (no caso dos franceses, portugueses, etc) mas que passa por ensiná-los a pescar e não por passar a vida a dar-lhes peixe (espinhas). Os ciganos que foram deportados queriam trabalhar tanto como eu estou agora a tocar piano nas Filipinas. Mas porque carga de água tem a França que estar a aparar a pobreza da Roménia? A pobreza de pessoas que a única coisa que fazem é viver às custas? em todo o lado!!! A quem é dada a oportunidade constante de se encaixarem, dão-lhes casas, pagam-lhes para porem os filhos nas escolas, dão-lhes subsídios a torto e a direito... vítimas os ciganos??? Já foram, agora são se quiserem mas o carrapatismo deles pode estar dependente da boa-vontade de quem os acolhe.
    Estou cansada desta utopia europeia. É altura de recuarem e verem que não têm de ser um exemplo idílico para o mundo e começarem a comportar-se mais terra-a-terra já que o barco coeça a afundar.
    Em relação aos chineses, os chineses todos que estão em solo europeu trabalham! A culpa não é deles que os empresários europeus importem coisas da China. a culpa é sim das leis que permitem esta entrada libertina de produtos, os cidadãos que cá estão chineses montam negócios e pagam impostos e muitos vão-se embora ao fim de algum tempo e sobretudo se não tiverem trabalho. O grande parasita da europa é a merda dos artigos feitos a baixo custo por mão-de-obra explorada e que a europa devia recusar baseada num pensamento que tanto defende: a dignidade humana.
    Faltou falar-se nos problemas sociais que os muçulmanos causam na França, distúrbios constantes além de uma incapacidade imensa de se relacionarem socialmente justificados por um fervor religioso fracturante perigosíssimo aliado a uma liberdade europeia (falo da 2ª geração de descendentes de argelinos, marroquinos, ghaneses, turcos, guineenses, etc) mas não convém, o Cirrus prefere sempre atirar a farpa aos israelitas não é? ;) ai os israelitas, esses cães mordedores nos "virtuosos" do médio-oriente...
    Resumindo o tema principal: imigração não produtiva? Por mim adeus a todos.
    p.s o Sarkozy ainda lhes deu 300 euros e olhe que não é de deitar fora, 300 euros na Roménia é bem bom.

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  8. Cirrus,

    com todo o respeito, penso que andas a ler livros de John Cornwell a mais...o tal que associa o Papa Pio XII a Hitler.
    Esta é uma das muitas teorias que circulam por aí. Também há uma engraçada que diz que Hitler pretendia matá-lo.
    O que está devidamente documentado é a ajuda deste Papa ao povo judeu, salvando milhares de vidas. Ora, não sei como se pode ajudar judeus e ao mesmo tempo ser amigo fraterno e cúmplice de Hitler...

    No entanto, aquilo que mais me impressionou no teu texto foi dizeres que "os israelitas aplicam políticas muito semelhantes às de Hitler em Varsóvia". Nem Chomsky faria melhor. Mas esse, toda a gente sabe que é um pedante. Essa associação das políticas israelitas ao nazismo é gasta e infeliz. Mas como não sou judeu, quem se sentir ofendido que se queixe.

    Estranho o facto de não falares no segundo maior genocídio da história: 1milhão de arménios chacinados por turcos.

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  9. Menina Ção, não poderia dizer melhor. Efectivamente, a imigração não produtiva não deve ser sustentada pelos estados que a acolhem. Como eu não sei se a Menina Ção está ou não a tocar piano nas Filipinas, também não sei se aquela gente trabalhava ou não, como a Menina Ção efectivamente também não sabe. Para Sarkozy, tanto faz.
    Falei no Vaticano e israelitas porque foram quem reagiu. Se não querem que se fale deles, mantenham-se reservados.
    Quanto aos islâmicos, falei, sim. E só se estiver muito desatenta pode dizer que não. Mas quando apenas se quer ver um lado da questão, as coisas ficam difíceis, não é?

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  10. Dylan, cinjo-me aos factos. Não disse que o Papa Pio XII ajudou ao Holocausto judeu, apenas que ajudou os alemães a escapar. Nega esse facto e também te chamarei nomes...

    ;D

    Que eu saiba, Dylan, os judeus foram forçados a deslocarem-se para Varsóvia, onde se criou o gueto. Depois disso, foram isolados no mesmo. Reconheces algum sítio em Israel onde se faça o mesmo? Não, não deves reconhecer. Mas eu reconheço, e há mais gente a fazê-lo.

    Desculpa lá uma coisa, mas agora não posso falar sobre um qualquer tema, que tenho de falar em todos os outros? Se falar de ciganos, tenho de falar de arménios? Se falar de israelitas, tenho de falar de utus? Se falar de chineses, tenho de falar de japoneses? O tem foi o dos ciganos e respectivas reacções. Viste alguma reacção turca? Eu não.

    De alguma forma, já escrevi e critiquei muitos aspectos dos israelitas, dos islâmicos, do Vaticano, seja de quem for. Não tenho amarras nem palas nos olhos. E isto vale para a Menina Çaõ, igualmente. Se percorrem o meu blog, verão que já condenei ambos os lados da mesma barricada por diversas vezes. Quando, pergunto eu, qualquer um de vocês fez o mesmo??? Insinuar que eu, que critico ambos, sou faccioso, quando vocês apenas olham para um lado ignorando o outro, é giro. Muito giro. Tenham coragem, mas tenham, essencialmente, algum senso de justiça antes de acusar os outros.

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  11. Boa tarde, Cirrus.

    No outro dia abordei este assunto num registo diferente e recebi três mails a acusarem-me de racista, algo que estou longe de ser. Estive para escrever algo sério sobre o assunto, mas ainda bem que não o fiz, porque não diria nem 10% daquilo que o Cirrus escreveu... e bem.
    Os ciganos têm uma cultura muito própria, centrada na família e avessa a misturas e integrações (quem serão os racistas?). A vitimização,a lamúria, o pedir, a mendicidade é algo inato neles, assim como tb o é não trabalhar para sustentar a família... fazem o suficiente, quase sempre à base da venda da t shirt e dos óculos falsificados (ia dizer mais coisas, mas não digo).
    Há que ter coragem para tomar as medidas que Sarkozy tomou, que independentemente do móbil, foram correctas.
    Quem vem para nossa casa tem que viver de acordo com as normas da mesma.

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  12. Salvador, não digo que não concordo e ponho reservas, no post sobre o que estariam a fazer os ciganos em França. O facto é que partimos do princípio que não estariam nem a trabalhar nem a procurar trabalho. Porquê? Essencialmente porque são ciganos e, claro está, não trabalham. Se for esse o caso, não ponho em causa a decisão, mas sim o timing e os alvos. Dei o exemplo dos chineses que é pertinente. Só gastam do que vem da China para eles, não pagam impostos (quando acabam os subsídios, fecham e abrem noutro sítio, ao contrário do que a Menina Ção diz), não criam emprego (pelo contrário) e invadem-nos a economia de produtos desleais. Sarkozy (ou outro qualquer líder europeu) tem coragem para os expulsar? Não me parece.
    A questão não está no racismo, pois aí sou mais racista que vocês todos, uma vez que defendo a expulsão dos chineses, não é? A questão é quem tem as costas quentes. E sabemos quem não tem - os ciganos. Contra os fracos, são todos muito bons e as suas decisões são sempre correctas, certo?

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  13. Cirrus, imagina se um país resolve expulsar judeus... o escandalo seria bem pior!!

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  14. você falou do vaticano... este foi comparsa de Hitler.. de Pavelic... de Mussolini... de Jozef Tiso

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  15. Stefano, já ninguém se lembra desse monstro que era o Pavelic. Ninguém a não ser os sérvios, que executaram friamente a sua vingança 40 anos depois. E ninguém se perguntou porquê. Aliás, muita gente parece nunca ter tido conhecimento do entendimento entre Hitler e Pio XII, e a concordata assinada entre os dois. São factos históricos e não teorias. Mas é inconveniente. E até parece que não foi através do Vaticano que fugiram homens como Mengele e o próprio Pavelic.

    Agora estaria muita gente a perguntar Pave... quê? Para falar destas coisas, há que ter o mínimo conhecimento, que vejo que tem.

    Eu não sou a favor de expulsar ninguém, e Portugal cometeu um erro crasso a nível civilizacional com a expulsão, a pedido dos espanhóis, dos judeus portugueses.
    O problema é que todos partem do mesmo princípio, estes ciganos não trabalhavam. E eu não sei se isso é verdade ou não. Simplesmente não sei. Caso seja verdade, até eu sou a favor do repatriamento. Mas, nesse caso, não deviam ser os únicos. Foram porque são mais fracos, nada mais.

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  16. Cirrus, 1º gostava de louvar o excelente post.
    Segundo, gostava de opinar, posso?;)
    Não gosto do Sark, acho-o um Berlusconi mais empedernido (afinal o homem até é francês). No entanto, não conhecendo os factos todos, baseando-me no pressuposto de que estes cidadãos estavam em território francês sem trabalho, tenho de concordar com a deportação.
    Não sou contra a emigração; eu próprio fui emigrante durante grande parte da minha vida. A questão é que sou a favor daqueles que venham e que acrescentem algo à nossa sociedade. Os portugueses acrescentaram alguma coisa às comunidades onde se instalaram (salvo alguns parasitas), daí que acho bem que aceitemos os que vêm por bem.
    Abraço.

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  17. Catsone, penso que na tua cabeça e na de algumas outras pessoas, vai uma grande confusão sobre aquilo que escrevi. Essa é também a minha opinião e está lá escrito com todas as letras e nem sei onde poderá haver dúvidas.

    O meu post nem sequer é sobre isso. É essencialmente acerca dos aproveitamentos políticos à volta desta questão, que são muitos mais que aqueles que tentei descrever. E pouca gente terá reparado nessa parte do post, infelizmente. Erro meu, terei de ser mais incisivo nos próximos.

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  18. cirrus.... veja os videos


    http://www.youtube.com/watch?v=Jr5Q5Volv88
    http://www.youtube.com/watch?v=YpcE6Igwr0U
    http://www.youtube.com/watch?v=_tKuNmyjG80
    http://www.youtube.com/watch?v=rVvNG_DkwzY
    http://www.youtube.com/watch?v=YWvl1EKY0jk
    http://www.youtube.com/watch?v=K95X2VKqQ9o

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  19. Stefano, há milhentos documentos que provam a colaboração estreita entre Pio XII e diversos movimentos fascistas. O caso da Croácia foi o pior, mas foi conivente com muitos mais.

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  20. Bem, pensei comentar mas até me sinto pequena quando soam tantos nomes por aí e eu nem conheço metade...
    Pronto, alguns...
    :P
    Posso não perceber muito do assunto, quem sou eu para opinar...
    ;)
    mas para mim é revoltante ver na minha cidade cidadãos romenos a pedir e a roubar, a usufruir de ajudas estatais para poderem andar aí à boa vida. Mas quando falo desses falo também de todos os outros que em nada contribuem para o desenvolvimento económico do país.
    A invasão (literalmente) do país por lojas de produtos chineses veio tornar insustentável a sobrevivência do comércio local, a par das grandes superfícies e shoppings. Não pagam impostos, os produtos que vendem são de pouca qualidade e não são assim tão baratos como as pessoas pensam. estão perfeitamente ajustados aos preços praticados no mercado, o que torna a situação ainda mais insustentável já que esses produtos provêm, como se sabe, de países onde não se respeitam os direitos humanos e ambientais, onde as condições de trabalho são absolutamente degradantes e onde a escravidão infantil é a norma.
    Para mim só há uma solução, por mais radical que seja. Se querem ficar, paguem impostos (todos), contribuam para a sociedade e aí sim poderão usufruir de tudo o que o país tem para dar. E isso começa por um embargo total desses produtos manufacturados em condições deploráveis.
    Defendo acima de tudo que uma pessoa merece na medida em que dá. O meu pai é emigrante e não gostava que ele fosse expulso apenas porque não é natural do país onde trabalha. No entanto o meu pai contribui, paga os seus impostos e não anda a sugar o país que o acolheu.
    É, de facto, uma situação complicada...

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  21. Anne, acabaste de a simplificar. E muito. E deves ter sido das poucas a perceber onde eu queria chegar. Vá-se lá entender porquê, não é?

    ;D

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  22. Cirrus, não conheço os processos, mas suponho que o governo francês deve ter critérios para expulsar estes romenos e búlgaros. Pelo que li são expulsos os cidadãos desses países que não têm emprego declarado e nem qualquer contrato de trabalho, logo para o estado francês são pessoas que não contribuem para a economia francesa. Além disso, parece que, em termos de estatística de criminalidade juvenil em França, 15% dos envolvidos são de etnia cigana. É um problema social grave.

    Quanto aos chineses, defendo que é a Europa que tem de tomar medidas, uma vez que é um problema comum que afecta a maioria dos estados europeus, e isso passa por proibir a importação de produtos fabricados nas condições em que os produtos chineses (e não só) o são.

    Quanto aos chineses não pagarem impostos, alto lá e pára o baile. É um facto que as lojas chinesas são subsidiadas, mas pelo governo chinês, que paga ao país onde elas são instaladas o aluguer ou compra das mesmas e impostos devidos para o comércio estar aberto... se têm ou não contabilidade organizada, declaram lucros e pagam impostos sobre eles é que já não sei.
    Mas os subsídios não são dados pelos estados de acolhimento, são-no sim pela China.

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  23. Cirrus,

    Eu só falei nos arménios dada a tua dificuldade em comparar o holocausto judaico com outros grandes genocídios da humanidade.

    Falas em guetos. Esqueces-te é que na Cisjordânia ninguém conhece essa palavra. Porque será só em Gaza? Será que os 20% de população árabe que vive em Israel também fala de guetos? Será que esta minoria não professa a sua religião livremente e não progride socialmente?

    Podes falar do que quiseres. O blogue é teu, mas como diz a Provocação, deixas sempre as tuas farpas desnecessárias a Israel.

    Também condeno os dois lados da barricada quando for necessário. Agora, também não tenho palas nos olhos nem gosto de dar-te "graxa"!...

    Mas no fundo, a culpa é tua: falaste no Roberto, já vi o Pavelic, só falta o Sokota!

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  24. Pronúncia:

    Os ciganos foram expulsos porque encontravam-se em situação ilegal.

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  25. Pronúncia, uma loja de chineses em Coimbra queria recorrer ao crédito e apresentou no Banco contas interessantes: Facturação de 250€ durante o ano de 2008, tendo atingido o valor de compras astronómico, para o mesmo ano, de... 0 €!!! Fantástico... Bons impostos deve ter pago, sim, sim...

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  26. Nada disso, os imigrantes são bem-vindos para quando são precisos e há que lhes garantir as condições mínimas para terem as mesmas oportunidades dos não-imigrantes. É um processo complexo, lá está.
    Há também que saber em que condições vêem e que condições lhes foram dadas e aceites.

    Os chineses (ou quem quer que sejam) pagam impostos? Estão ilegais? Não estão ilegais?
    Não é uma questão de deixá-los ficar ou mandá-los embora. Isso não é assim, pelo menos não num suposto país de primeiro mundo.
    Eu sou a favor de se fazerem as coisas às claras e não colocar uma venda e fingir que não há problemas sociais.

    E mais não digo que estava a pensar no que ia escrever e comecei a sentir-me Bloquista. Também não é preciso tanto.

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  27. Dylan, vamos lá a ver. O Muro está a ser erguido em volta da Cis-Jordânia, caso não saibas. Não à volta de Gazah. Gazah está bloqueada também. Pensei que soubesses que o Muro que Israel está a erguer não é em Gazah, mas sim onde dizes estar tudo bem, na Cis-Jordânia.
    Houve muitos genocídios, Dylan. Um foi o holocausto, que envolveu primariamente três etnias: judeus, ciganos e eslavos (maioria sérvios). Referi outros no post, como o da China no Tibete, o dos Espanhóis nas Américas, o dos colonos no Oeste, o do Ruanda. Poderia se calhar arranjar mais alguns. O da Turquia na Arménia é outro caso, o dos ingleses na Turquia, antes desse, é outro, os gulags russos... há muitos exemplos.
    O facto de Israel ter vindo à baila foi apenas porque comentaram oficialmente a notícia, em resposta ao Vaticano. E foi, como disse no início do post, o âmbito da situação que quis analisar. Não tenho culpa que tenham comentado. Não vi qualquer reacção da Turquia, curiosamente.
    Podes, e deves sempre, opinar e contrapor o que quiseres neste blogue. Não podes é esperar que me sinta muito bem quando fazes insinuações do tipo que fizeste, pois aí alto e pára o baile, pois não quero entrar no nível pessoal. Associarem-me epítetos não é coisa que me agrade particularmente. Ainda mais quando, não vai sequer há um mês, critiquei o outro lado da barricada e aí já recebi todo o apoio da tua parte. Ou somos por todos, ou não somos por nenhuns! Não sou faccioso a esse ponto, e devias saber disso. Não leio Chomsky nem sou pedante, para que me compares a ele dessa forma jocosa.

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  28. Dylan, visita uma loja chinesa. Estão em situação ilegal.

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  29. Andamos a ser todos comidos por parvos, é o que é.

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  30. Dylan, não é preciso dizeres-me que estão em situação ilegal em negrito. Eu sei, basta leres o que escrevi, mas que aparentemente te escapou... não faz mal eu repito (a negrito):
    "Pelo que li são expulsos os cidadãos desses países que não têm emprego declarado e nem qualquer contrato de trabalho".

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  31. Noya, não é necessário te sentires bloquista pseudo-humanista. É claramente exagero, até porque não és hipócrita.

    Este teu último comentário fez a conclusão certa para o meu post. Penso que agora ACERTASTE NA MOSCA, e viste claramente onde eu queria chegar. Assim vissem todos.

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  32. Cirrus, falei de duas coisas no meu último comentário:
    - os subsídios atribuídos às lojas chinesas são-lhes atribuídos pelo próprio governo chinês e para pagarem o aluguer ou compra das respectivas lojas, e os impostos dessas duas transacções suponho que são pagas ao estado que as acolhe;
    - quanto aos impostos sobre os lucros, se leres o que escrevi, também tenho dúvidas se os pagam ou não.

    Acontece que há uma diferença entre os chineses com negócios declarados e pessoas sem qualquer trabalho declarado nem contrato de trabalho.
    Se os primeiros não pagam impostos (e deviam) estão como muitas empresas portuguesas (por exemplo) que também fogem ao fisco... fiscalize-se e se for caso disso que sejam expulsos.

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  33. Pronúncia, mas ás vezes parece que eu é que sou chinês e falo a língua de Confúcio!! Não é onde o post quer chegar??? A fiscalização aos ciganos foi fácil, não foi?... E rápida.

    Eu nunca discordei da deportação, ou não fui eu que escrevi isto:

    "E se estas pessoas devem ser integradas no espaço europeu, bem podem ser integradas no seu país de origem, e aí concordo que seja esse país a ser onerado com os custos dessa integração."

    PORRA, ESTÁ EM CHINÊS OU QUÊ????

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  34. Cirrus, não precisas de usar maiúsculas... não sou assim tão míope e além disso os óculos estão bem receitados, leio bem, não é preciso "gritares"!

    Se tu fosses a fiscalização, diz-me uma coisa, o que era mais fácil provar, o facto de não ter qualquer trabalho e como tal não contribuir em nada para a economia de acolhimento, ou o facto de estar a fugir ao fisco?!
    É essa a diferença entre os ciganos ilegais e os chineses fraudulentos.

    Além disso, já te disse, logo no primeiro comentário, que apesar de concordar com a expulsão de quem em nada contribui para o estado de acolhimento, não ficava nada espantada se o Sarkozy estivesse a juntar o útil ao agradável, e a usar estas expulsões como manobra eleitoralista...

    Mas no fundo o Noya, resumiu tudo... Estamos é TODOS a ser comidos por parvos! Sem excepções!

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  35. Cirrus,

    Desculpa lá mas não te chamei pedante. Fiz menção ao Chomsky, um americano. Não percebi como pensaste que se tratava de um ataque pessoal.
    Bem sabes quem foi a pessoa que aqui ataquei no passado e o arrependimento que isso me causou.

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  36. Pronúncia, bem sei o quão difícil é, sendo míope e não tendo altura para chegar ao teclado, ver o que está escrito...

    ;D

    Ora é verdade, é bem mais fácil, e onde eu quero chegar é aí, e não armar-me em pseudo-humanista tipo BE: começa-se sempre pelo mais fácil e nem se chega ao difícil. Nada mais, eu também penso que, caso se verifique que não trabalham, não estão lá a fazer nada. Mas isso já tinha dito no post.

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  37. Pronúncia,

    O negrito era apenas para ajudar a esclarecer a situação dos ciganos e a consequente discussão.
    Parece que hoje é a noite das interpretações erradas...
    [até amanhã pessoal]

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  38. Dylan, Comsky pode ser americano, polaco, ou etíope, é-me igual. O facto é que me pareceu que me estavas a comparar a ele e logo a seguir chamas-lhe pedante. Logo, a associação lógica é aquela que fiz. Aceito as tuas desculpas e apresento as minhas, por ter sido demasiado... rebuscado, talvez.

    Deixarmos os pratos limpos é bem melhor. Pela minha parte, fico a sentir-me muito melhor, sabendo que posso conservar um dos poucos amigos que aqui tenho.

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  39. Apresento também as minhas desculpas pela minha impetuosidade, Cirrus.

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  40. Dylan, deve ser por ser 2ª feira... dá mais azo a interpretações erradas! ;)

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  41. Ou dos incêndios, Pronúncia. A esta hora da noite, aqui perto, ainda se combate o fogo e o cheiro a queimado impede o sono!

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  42. É bem verdade, isto hoje está assustador por estes lados...

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  43. Cheguei tarde? Já foi tudo para a caminha? :(
    Queria paródia :p Queria pôr o meu couro judeu a jeito para o Cirrus descarregar :p eh eh eh a Filomena Cautela disse que deportar cidadãos sem justificação é tratá-los como lixo, estou a iaginá-la á porta dos bordéis a lutar pelos direitos das prostitutasbrasileirase de leste que de quando em quando são apanhadas e deportadas, ai o populismo que já me perco onde começa e onde acaba.

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  44. Novamente a Dinamarca (o meu fétiche)
    Visto: duração de 3 meses, o cidadão movimenta-se livremente pelo país (numa onda turística).
    Permissão de permanência prolongada: o indivíduo deseja trabalhar na dinamarca e encontra-se à procura de trabalho, tem 6 meses para isso.
    Autorização especial: o indivíduo prova que possui rendimentos que lhe permitam viver na Dinamarca sem se tornar "inconveniente" ao governo.

    São simples os gajos e honestos e a mim agrada-me esta maneira de estar porque eu se lá fôr ou vou passear (e tenho 3 meses) ou vou trabalhar (e tenho 6 meses para o encontrar) ou me saiu o euro milhões. Fácil, não vou chatear ninguém e perito aos gajos continuarem sorridentes e a viverem sem contar tostões. Vejam lá que os gajos têm um sistema tão mau e tão injusto que pagam aos universitários uma renda (800 euros) para terminarem os seus cursos. Cães, tanto vagabundo para sustentar e andam a apoiar a sua população... tsss tsss.

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  45. Menina Ção, o nosso couro judeu.

    Há aqui uma coisa que eu não entendo... E que agora me pode explicar. Qual destas palavras que eu escrevi no post não entendeu:

    "E se estas pessoas devem ser integradas no espaço europeu, bem podem ser integradas no seu país de origem, e aí concordo que seja esse país a ser onerado com os custos dessa integração. "

    É que, sinceramente, começo a ficar um bocadinho farto desta conversa. Começo, começo...

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  46. Nada, eu queria era conversa :p

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  47. Ah bom, bem me parecia...

    :D

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  48. cirrus... assista aos videos... se possivel.. divulgue no blog

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  49. Stefano, já sou conhecido por ser doido por teorias da conspiração. Por isso não me dá muito trabalho. Assista, em breve aparecerão.

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  50. Ola.
    Estou a fazer um trabalho para a disciplina de filosofia que tem como base este tema relativo ao objectivismo (argumento de tolerância).
    O que tem a dizer sobre isto? Estou mesmo ás moscas....Não sei como realiza-lo.
    Muito obrigada pela compreensão

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